"Isso é George"

Autor: Paul McCartney

Buscar na Web "Paul McCartney"

Quando: 26/07/2005

Loucura beatlemaníaca

 

Acabei nem comentando aqui, mas há cerca de dez dias eu cometi minha mais recente loucura beatlemaníaca. Há tempos eu estava controlada demais, sensata, prudente, podia ter gente até achando que eu nem era mais fã.

Mas deixem eu explicar uma coisa: papai noel não existe. Ex-fã dos Beatles também não. Essa fã apaixonada e capaz de cometer loucurinhas financeiras estava apenas "adormecida" dentro de mim.

Ela acordou há cerca de dez dias, quando eu me dei de presente (finalmente!!!) o Anthology em DVD. Uma pessoa com os Beatles nas costas, como eu, não poderia mais viver sem essa tal "antologia". De jeito nenhum. Para que a loucura fosse completa, comprei também o DVD do filme Os Cinco Rapazes de Liverpool.

Comprei e não me arrependi por nenhum segundo sequer. Porque esse amor é sincero. E porque... ah, eu mereço, eu trabalho demais, eu sou uma boa filha, uma boa irmã, uma boa esposa (odeiooooo essa palavra, já falei??)... ah, porque sim!

Abacaxi de ouro: indignação!!

Fui criada em uma família que não economiza em comida. Meu avô comia pouco, mas era viciado em ver os outros se fartando. Meu outro avô comia demais. E por aí vai... Com comida não se economiza. Mas para tudo tem limite.
Hoje eu fiquei indignada na hora do almoço. Comi no restaurante em que sempre almoço. Gasto - almoço + fruta de sobremesa - mais ou menos R$ 9,50 por dia. Hoje foi a mesma coisa, só que o abacaxi estava em falta.
Comi e decidi ir no restaurante ao lado comer apenas a sobremesa. Ia lá sempre e sabia que ele era mais caro. Só que não imaginei, em nenhum momento, que pagaria, por três pedaCINHOS de abacaxi o preço absurdo de R$ 4,38.
Quem costuma comprar frutas no supermercado sabe que eu estou falando de um preço superfaturado. Isso porque o tal restaurante (chamado de Garfus) cobra o abacaxi por quilo. Você pega a "frutinha" (sim, a moça que pesa chama o abacaxi carinhosamente dessa forma) e ela é colocada em cima do prato pesado onde as pessoas se servem de comida.
Resumo da ópera: três pedaCINHOS - repito - de abacaxi saíram mais caro que o abacaxi inteiro que eu comprei sábado à noite no supermercado.
Essa foi para eu aprender: às vezes, é melhor passar vontade a ter que passar raiva.

Esquisitices

 

Um final de semana sem cinema é muito esquisito. Uma briga em pleno domingo também é. Ir dormir sem beijo de boa noite é muito esquisito. Assim como é eu ter medo de uma criança na rua.

Uma esquisitice é eu passar mais de uma semana sem fazer uma ligação interurbana (para São Luís, para ser mais exata). E é também eu não dormir ao tentar ver um filme em casa (hehehehe). É muito esquisito eu não chorar em final de filme triste. Assim como é eu passar por uma pessoa dormindo na calçada e achar que aquilo faz parte do "cenário" da cidade.

É muito esquisito eu não acreditar mais em certas pessoas. Assim como são esquisitos os motivos que as pessoas me deram para não acreditar mais. Esquisitice é minha mania de querer arrumar tudo. E é também muito esquisito como no inverno eu me sinto mais bagunceira (talvez pelo excesso de roupa que se acumula pelo quarto...).

Esquisito é eu sonhar duas vezes o mesmo sonho. E mais ainda é quando eu nem lembro com o que eu sonhei.

Esquisito é achar tudo esquisito. E muito mais é não se espantar diante da vida...

Mundo digital, 1 ano depois

Há um ano eu comprei minha máquina digital. Seria exagero dizer que minha vida mudou? Não.

Antes dela, eu já tirava fotos de uma forma descontrolada. Já tive o apelido de "poronga" (vindo de "japoronga") e já espantei muita gente com esse hobby que é meio vício...

Mas há um ano meu mundo digital começou. De lá para cá, é claro que pedir a conta do número de fotos que eu tirei, mas, se eu quiser contar, eu posso. Todas, todinhas, sem exceção, estão catalogadas, divididas por mês e data, tudo arrumadinho, metodicamente arrumado por essa pessoa que vos escreve. Algumas extrapolaram o mundo digital e estão até em albuns e porta-retratos.

Foto é um vício bom, que eu acho que herdei do meu pai e espero nunca perder.

http://www.emailton.fotoblog.uol.com.br

"No final, a gente sempre pensa no começo"

Autor: Brad Pitt, no filme Sr. e Sra. Smith

Quando: Ontem (pelo menos para mim)

Nunca pensei que um filme tão "blockbuster" como esse me fizesse pensar tanto. hehehehe. Essa frase é demais, pelo menos para mim. Nos meus "finais", o começo sempre se fez presente. Reflexões, pesos na balança, filminho da vida passando e repassando... Uma frase que poderia passar despercebida, me fez pensar. Que bom!

Teste da TPM (e minha incapacidade de ver séries americanas)

 

Deu no teste da TPM: eu sou a Miranda.

<A HREF="http://www.revistatpm.com.br/testes/sexandthecity/home.htm"
TARGET="_blank"><IMG
SRC="http://www.revistatpm.com.br/testes/sexandthecity/miranda.gif"
BORDER="0"></A>

Sei quem é a Miranda porque uma vez uma amiga, a Alê, me emprestou o seu DVD de Sex and the City para que eu pudesse ser menos ET nesse mundo.

Eu vi, dei boas risadas até, mas não consegui criar o hábito. Não dá, gente. Eu não consigo assistir a séries americanas. Na época do auge de Friends, fiz minha primeira tentativa. Vamos lá, quero ser contemporânea, pertencer a este mundo e ter assunto nos bares. Fracasso total. Odeio as risadinhas, marcando a hora exata em que temos que rir. Só achava um pouco de graça na Jennifer Aniston. Mas me digam: rir da cara da mulher que na época dormia com o Brad Pitt na "vida real" é um tanto quanto estranho...

A segunda tentativa foi Sex and the City. Deu para conhecer, para rir, mas não para criar o hábito. Entendem?

Desisti. Eu nunca vou pegar um táxi para ver o final de uma série americana, como fiz em Laços de Família, novela de Manoel Carlos. Nunca, nunca. Isso é futuro, mas eu sei.

E sobre o teste da TPM, eu odiei ser a Miranda. Não que eu quisesse ser qualquer outra, na verdade. Mas, pô, deu que minhas amigas estão me achando chata. Ahhhhhh!

É preciso estar atento e forte

 

Dê uma olhada à sua volta. Já ouviu a expressão "crente que está abafando"? Pois é, às vezes, a gente pensa que está e não está. Por isso, não custa nada dar uma olhadinha em quem está perto de você, em quem está do seu lado, caminhando bem perto, logo ali. De tão perto, a gente nem percebe mais certas coisas. E aí é que mora o perigo...

Arrependimento: mata ou não mata?

Você já se arrependeu de uma coisa que fez há 5 minutos? Já se arrependeu de ter dado as costas para a pessoa que você AMA, assim como se ela não fosse nada para você?

Eu fiz isso hoje. E estou aqui, morta de arrependida. Aliás, se arrependimento matasse mesmo, eu nem estaria aqui escrevendo...

Segundo o dicionário, "arrependimento" é "pesar ou lamentação pelo mal cometido; compunção, contrição". Na verdade, é muito mais. É ter vergonha de olhar a sua cara no espelho, é repetir mil vezes "por que eu fiz isso, meu deus?", é não ter onde meter a cara, é ter que pedir perdão, é querer voltar o tempo, é se sentir impotente... é se arrepender, enfim.

Prometo pensar bem antes de fazer qualquer coisa na minha vida. Antes de falar. Antes de sair andando, dando as costas para quem eu AMO. Acabei de decidir isso agora. Podem me cobrar.

As malditas, coloridas e tentadoras Melissas!!!

http://www.lojamelissa.com.br/lojamelissa.php?secao=Detalhes&modelo=30063&cor=1331

Valor médio: Caro pra caramba!   Comparar preços

Eu sou viciada nesses pedaços de plástico!! Desde criança!

Aula

 

Em outubro, a Martha Stewart vai lançar nos Estados Unidos o livro Martha's Rules, contando como ficou rica. Eu quero aprender.

Se...

 

SE tem uma palavrinha que me faz pensar, ela é exatamente a que eu usei para começar esse texto. Se. Duas letrinhas apenas. Colocadas dentro de vários contextos, fazem meu pensamento ir longe, longe, longe...
Hoje Paul McCartney disse que, SE dois dos ex-beatles não estivessem mortos, a banda poderia ter se reunido para tocar no Live 8. E eu, na mesma hora, pensei: teria sido lindo. SE eles tivessem subido ao palco juntos, quatros "velhinhos" tão amados, teria sido lindo.
Aí o pensamento voou para caminhos mais distantes e eu fiquei pensando: como seria John Lennon com quase 65 anos, SE um psicopata não o tivesse matado aos 40? Penso sempre em John quando explode uma guerra pelo mundo porque imagino que ele estaria ativo em relação a questões como essa.
SE eu começar a pensar na "teoria do SE", não saio daqui hoje.
Como estaria Henrique aos 27 anos, SE estivesse aqui ainda? Lindo, com certeza. Mas lindo como?
SE eu não tivesse vindo para São Paulo em 1999, como eu iria conhecer Tom?? O que eu estaria fazendo hoje?
Eu já teria uma sobrinha, SE Dânia não tivesse olhado para Walla naquela noite de reggae?
Minhas avós ainda estariam aqui, SE elas tivessem ficado viúvas, ao invés de terem morrido antes dos maridos?
São tantos "ses" que eu me perco entre eles...

Consumir com responsabilidade (tá, mas me mantenham longe da feirinha do Bristol)

 

Eu sou uma consumidora controlada. Tudo bem, eu assumo: sou louca por sapatos, roupas, CDs, DVDs, livros e coisas para casa (xi, nesse conceito entra um monte de coisa, hein?).
Mas eu sou uma consumidora responsável. Nunca usei o cheque especial, nunca pedi empréstimo, nunca paguei o mínimo do cartão. Nos dias de hoje, isso é quase um ato heróico, mas eu juro que é verdade.
Apesar de seguir o lema "eu só gasto o que eu posso", tenho, por outro lado, a rota certa (ou errada?) quando o assunto é "consumir". Lugares que eu passo longe quando sei que não posso gastar. Ou que eu vou com certeza quando quero alguma coisa. O mais em evidência atualmente é a feirinha do Bristol.
A "maldita" acontece todo domingo e tem o "dom" de reunir, em um mesmo espaço, camisetas, bolsas, almofadas,anéis, brincos, porta-retratos, imãs de geladeiras lindos de morrer, velas, incensos (sou viciadíssima!)... ufa, cansei! Mas lá tem tudo isso e muito, mas muito mais.
Como agir? Eu entro ali e me sinto uma criança em uma loja de brinquedos. Dependendo do dia, uma criança bem mal-educada e que só sabe falar uma frase: "Eu quero".
Domingo passado eu estive lá e consumi. De forma responsável, não gastei mais do que eu podia, mas gastei. Comprei coisas que senti que estava "precisando". Sim, lá não tem nada indispensável para a sua vida, mas, ao se ver diante daquele mar de coisas lindas e coloridas, você tem uma forte sensação de que "precisa" daquilo tudo.
Eu declaro aqui o meu amor eterno pela feirinha do Bristol. Mas faço questão de dizer que só gasto o que posso.

Adolescer

Fui ver Batman Begins. Com duas espinhas na cara.

[ ver mensagens anteriores ]
Meu Perfil
BRASIL, Mulher, de 26 a 35 anos, Cinema e vídeo, Música